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Após um dia longo de trabalho, Leandro Berg, nome de batismo de Léo Nascimento, natural de Rondônia, voltava para casa quando viu um violão pendurado na parede de um bar e pediu ao proprietário para tocá-lo. De camiseta e calça jeans suja de cimento, ele sentou-se na calçada e tocou o instrumento, enquanto um amigo filmava a cena. Na letra da música, ele conta a história de um amor adolescente que não teve final feliz. A mãe da moça descobriu o namoro e proibiu a relação. O vídeo foi gravado numa sexta-feira e já na segunda-feira ele tinha recebido mais de 1 milhão de visualizações.

Em pouco tempo depois as emissoras televisão TV Globo, Record e SBT o procuraram para entrevistas e sua história conquistou o Brasil. Aquele jovem de roupas simples sentado na calçada transformou-se em Léo Nascimento, um artista que faz até 20 shows por mês e viaja todo o Brasil. O salário de R$ 700 mensais agora chega a R$ 30 mil de cachê por show, podendo chegar a R$ 80 mil. A história serviu de inspiração para a canção “Tatuagem”, interpretada por ele.

Mas agora tudo mudou!

O cantor postou um vídeo em seu Facebook para dizer que ao final das agendas contratadas, se voltará apenas para o público evangélico.

Assista:

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A cantora Naiara Azevedo, um dos ícones da onda feminina que movimenta o cenário sertanejo, cedeu entrevista em videoconferência produzida pelo jornal Extra nesta segunda-feira (14).

Na ocasião, a artista comentou o fato de ter ganhado espaço no cenário em um campo predominantemente formado por homens. Ela relembra que a primeira cantora, nos tempos recentes, a ter destaque, foi Paula Fernandes.

Diferentemente de Paula, Naiara Azevedo ficou notável pelas canções cujo protagonismo feminino é apresentado. Questionada pelo repórter, a artista disse que, mesmo assim, não se considera feminista. “Me considero uma mulher justa”, respondeu.


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“Sou muito verdadeira e comigo não tem meias verdades. Eu não preciso agradar ninguém e nem preciso que alguém faça isso por mim. Sou muito religiosa e acredito que isso seja bíblico. Eu li isso na Bíblia. O homem é a cabeça, o chefe da casa. Mas a mulher é o pescoço (risos)”, contou.

“Eu tenho esse impasse. Quando meu marido me fala alguma coisa e ele está certo, eu respeito. Mesmo que eu não fique feliz. Ele é o homem da casa e tenho que respeitar. Mas quando eu estou certa e ele está errado, eu também mostro que eu estou certa”, acrescentou.

Naiara Azevedo ainda falou da relação que possui com o seu marido que é, também, um de seus empresários. “Nunca sou eu quem decide em que lugar ir. Ele é quem resolve tudo, e eu gosto”.

A artista, ainda, demonstrou seu nível de confiança no marido: “Nós casamos em comunhão total de bens. A partir do momento que se casou com uma pessoa, passamos a ser um só”, afirmou.

Ela também fez uma avaliação do crescimento das artistas femininas no sertanejo e a união com nomes masculinos. “Não tem que ter homem e mulher, é o artista. A gente veio sem rivalidade umas com as outras. A gente tem se mesclado. Uma hora vai passar essa comparação”.

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Um grupo evangélico formado por membros da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo sob direção do pastor Tupirani da Hora Lores, fez um protesto contra muçulmanos, no Arpoador, em Ipanema, bairro nobre da cidade do Rio de Janeiro. A ação se deu no último sábado (12).

O protesto, que gerou polêmica nas mídias sociais, surgiu por coincidência no mesmo dia do apoio recebido pelo refugiado sírio Mohamed Ali por cariocas em Copacabana – o chamado esfirraço –, pelo fato do sírio ter sido agredido e chamado de terrorista. A manifestação, no entanto, se deu a quilômetros da ação de apoio ao sírio.

Entre os cartazes apresentados pelos 20 membros da igreja a qual foi responsável pela manifestação, estavam afirmações de que muçulmanos são “assassinos, sequestradores e estupradores”. Os integrantes estavam vestidos de preto. A igreja se localiza no Morro do Pinto, na zona portuária da capital fluminense


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De acordo com informações divulgadas pelo jornal O Globo e Extra o pastor Tupirani da Hora Lores foi condenado na Justiça do Rio de Janeiro, em 2012, por fazer crítica a várias religiões como a Umbanda (em 2009), o Judaísmo (em 2012) e também a outras igrejas evangélicas pentecostais, como a Assembleia de Deus.

Com relação a Assembleia de Deus, Tupirani e seu seguidor, Afonso Henrique, faziam pregações para o fim da igreja. Ao ser interrogado em 2012, Henrique admitiu os crimes dizendo que por seguir a Cristo deve acusar todos os outros conceitos que são contrários ao Evangelho. Ele disse também que não existe pai de santo que seja heterossexual e que a homossexualidade é possessão demoníaca.

O vereador Marcelo Arar (PTB-RJ), responsável por entregar a Mohamed uma moção de apoio feita pela Câmara dos Vereadores na segunda terça-feira do mês (8), acredita que a atitude do grupo de manifestantes foi gerada por preconceito.

“Associar toda uma religião ao terrorismo é um ato de ignorância, mas os cariocas deram a prova de que atitudes com essas são sufocadas pelo nosso acolhimento e solidariedade. O Mohamed foi abraçado não apenas pela agressão que sofreu, mas pelos xingamentos que recebeu por ser muçulmano”, afirmou.

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A Thomas Nelson Brasil anuncia o lançamento do livro Louvor – Análise Teológica e Prática, que visa fazer uma análise contextualizada do louvor congregacional em diferentes igrejas.

Para a empreitada, a obra reuniu quatro autores especializados para discutir os elementos mais presentes e relevantes nas canções e na liturgia existente em diferentes igrejas.

D.A. Carson, o editor geral do livro, é professor e pesquisador do Novo Testamento na Trinity Evangelical Divinity School, em Illinois, nos Estados Unidos, e também é autor de vários livros.


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A obra ainda abrange os trabalhos de Kent Hughes, que é pastor da Igreja da Faculdade em Wheaton, Illinois, EUA e também de Mark Ashton, clérigo da igreja anglicana St. Andrew the Great, em Cambridge, na Inglaterra.

O quarto autor convidado foi o notório Timothy Keller. Pastor e fundador da Redeemer Presbyterian Church, em Nova York, já vendeu mais de 1 milhão de livros somado as mais de 15 obras que já lançou como teólogo.

A principal premissa dos autores é que embora a adoração e o louvor congregacional seja fortemente presente em praticamente todas as igrejas, as formas de exercê-lo variam conforme os dogmas de cada instituição. A obra, então, visa conciliar diferentes ideias em torno da mesma temática.

Ainda, a Thomas Nelson Brasil reafirma que Louvor – Análise Teológica e Prática não é um manual de como exercer o louvor, e sim faz um apanhado de várias formas como exemplos de culto coletivo existentes nas igrejas cristãs.

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Thadeu de Jesus e Silva Filho, antropólogo e doutor em sociologia pela Universidade de Brasília (UnB), é diretor do departamento de Arquivo, Estatística e Pesquisa da Sede Sul-americana Adventista.

O especialista, fez recentemente uma análise do crescente embate “direita X esquerda”, que ocorre em boa parte do mundo, explicando que nenhuma desses rótulos poderia ser atribuído aos preceitos bíblicos.

Ele lembra que a formulação desses conceitos se iniciou na França, no final do século 18, quando o país vivia o momento conhecido como Revolução Francesa.


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“Tão logo foi instaurada a assembleia constituinte de 1789, os favoráveis à manutenção do poder do rei sentaram do lado direito do presidente para não se misturarem aos adeptos à revolução, fazendo com que o lado esquerdo do parlamento passasse a ser o lugar da causa dos menos favorecidos e que precisam quase que completamente do atendimento do Estado, e o direito, o de manutenção da situação de elitismo”, aponta.

Ao longo do tempo, essas ideias foram mudando, mas chega-se ao século 21 com o uso desses termos gerando grande controvérsia, em especial no Brasil, que vem de um governo de 13 anos de grupos socialistas/comunistas que se autodenominam “de esquerda”.

Em contrapartida, crescem os movimentos que se opõem e se intitulam “de direita”, embora o país ainda não tenha nenhum partido político que possa ser encaixado nessa concepção.

Curiosamente, há representantes de ambos os espectros políticos que fazem alusões à Bíblia e à figura de Jesus para justificar sua ideologia. O doutor Thadeu discorda do uso do nome de Jesus para justificar plataformas políticas, asseverando que “A religião de Cristo é de natureza sobrenatural e qualitativamente superior às criações humanas”.

Em sua análise “Se a fragilidade das esquerdas consiste em afirmar que os problemas são causados por algo fora do ser humano (as estruturas injustas da sociedade), e que a eliminação de tais estruturas injustas faria desaparecer tais problemas, a da direita é construir seu edifício sobre algo dentro do homem, a saber, o egoísmo natural – entendido como algo virtuoso e a fonte das realizações”.

O sociólogo acredita ser importante deixar claro que “quando uma ideologia apresenta elementos semelhantes ao de Cristo, evidentemente se estabelecem pontos comuns… O de proteção aos pobres expresso pelas esquerdas é um deles”.

Contudo, é preciso ser cuidadoso, por que “observado com mais atenção, revelará que ele não é o núcleo da ideologia das esquerdas nem tem a ver com a religião de Cristo, por ser uma plataforma de ação política, ou seja, algo que opera segundo a lógica do poder e que está longe do amor desinteressado, como é o de Jesus”.

Por outro lado, assevera, “Há vertentes teóricas que advogam que as ideologias de direita são a transcrição política do cristianismo ou as que mais se aproximam dele por defenderem valores como a família, por exemplo. Isso me parece ser um erro conceitual (pelo fato de estas serem marcas do conservadorismo, não da direita)”.

No cenário atual, aponta o sociólogo, “ainda que alguns cristãos se aproximem da direita, a adesão deles a ela não a torna um estandarte do cristianismo”.

Como faz questão de frisar: “casos concretos e linhas teóricas mostram que não é pertinente associar direita ao cristianismo – como é o caso do populismo de direita na Europa e do pensamento de Ayn Rand (filósofa ateia, que defende que o ser humano deve planejar sua vida para amar e satisfazer somente a si e guiá-la de acordo com sua vontade e razão, longe de qualquer determinação vinda de Deus)”.  Mesmo assim, admite, que “a direita conta, de fato, com uma ala cristã”.

Para ele, existe um grande perigo atualmente, que é o cristão se deixar influenciar pelo “marxismo cultural”. Ao invés de receber as ideias comunistas apenas pela política, eles acabam sendo influenciados por questões culturais, que são parte de “uma estratégia de poder que tenta acabar com os valores judaico-cristãos em sociedades neles fundamentadas. É realizada por meio de ocupação de cargos e de espaços de influência, tendo como fundamentos a filosofia de Karl Marx”.

Isso vem ocorrendo com maior clareza nos últimos anos, quando ficou claro que não só os membros de partidos políticos, mas também professores, artistas, jornalistas e veículos de comunicação tentam “realfabetizar as mentes com conteúdo revolucionário nas esferas política, religiosa, jurídica, econômica, científica e artística, a ponto de as pessoas passarem a pensar como marxistas sem necessariamente saberem disso, tomando o marxismo como conhecimento natural e esperado”.

Sendo assim, alerta, os cristãos precisam lembrar continuamente que “ideologias são incapazes de dar a Vida e a Verdade… não é possível servir a dois senhores (Mateus 6:24): é preciso decidir se a Bíblia será a autoridade normativa sobre a vida”.

Finalizou lembrando que a própria Bíblia nos adverte: “Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo” (Colossenses 2:8, Nova Versão Internacional).

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) participou de um encontro com dezenas de pastores evangélicos durante a cerimônia de abertura da ExpoCristã, feira do segmento gospel que ocorre esta semana na capital paulista.

Após ouvir o sermão de Silas Malafaia, onde foi alertado que os valores dos evangélicos são “inegociáveis”, Alckmin tentou mostrar proximidade com o segmento, afirmando: “Nós precisamos nos inspirar na igreja. Nos momentos conturbados, a igreja é o porto seguro dos valores cristãos. [É preciso] deixar essa divisão de nós contra eles para se unir entorno de valores. Uma casa dividida não caminha. E com essa união das igrejas em torno de valores tenho certeza de que ela vai inspirar o Brasil para que a gente possa avançar e melhorar ainda mais”.

O governador não deixou claro quais seriam esses valores, nem de que forma irá mostrar essa “inspiração” no seu governo. Cogitado como possível candidato do PSDB para a eleição presidencial em 2018, não tem uma agenda clara em relação às pautas mencionadas por Malafaia: ideologia de gênero, casamento gay, legalização das drogas e aborto.


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Aparentemente, Alckmin está tentando atrair o apoio de lideranças que já manifestaram preferência pelo lançamento do nome do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), que também estava no evento da ExpoCristã.

Quando recebeu o microfone, Doria também exaltou a igreja e disse que o “bem sempre vai prevalecer sobre o mal” e defendeu a religião como saída ao vício das drogas. Concluiu sua fala dizendo que “feliz é a nação que tem Deus no coração”.

Apoiamos os dois

O portal UOL questionou pastores presentes no evento sobre quem apoiariam. O pastor Jabes de Alencar, que é amigo pessoal de Alckmin, afirmou que os evangélicos não iriam abrir mão de um candidato com princípios cristãos.

“Não abrimos mão de alguém que venha ser candidato e que tenha o nosso apoio e que tenha os princípios cristãos. Nós apoiamos os dois”, contemporizou.

Já Malafaia afirma que está ao lado do prefeito. “Eu já manifestei que tenho apreciação [por Doria]. Agora tem que ver como eles vão se posicionar”, disse.

Em junho, Alckmin recebeu no Palácio dos Bandeirantes um grupo de 70 pastoresque o apontaram como o “melhor nome” para uma eventual disputa presidencial nas próximas eleições.

O fato do paulista ser um dos governadores alvo da Lava Jato e com um processo correndo junto ao Superior Tribunal de Justiça, não seria “um impeditivo” para o apoio desses pastores. Com informações UOL

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por Maycson Rodrigues Às vezes, é difícil ser humano. Viver sem a certeza do que acontecerá amanhã e caminhar em meio a muitas dúvidas é...